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24. agosto 2010

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“É mais difícil ganhar de novo a amizade de um amigo ofendido do que conquistar uma fortaleza; as discussões estragam as amizades.”

“É mais difícil ganhar de novo a amizade de um amigo ofendido do que conquistar uma fortaleza; as discussões estragam as amizades.”

“O irmão ofendido resiste mais que uma fortaleza; suas contendas são ferrolhos de um castelo.” Prov. 18:19.

Gosto da versão Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Lá, este verso diz assim: “É mais difícil ganhar de novo a amizade de um amigo ofendido do que conquistar uma fortaleza; as discussões estragam as amizades.”
A vida pode ser fácil. Nós, seres humanos, a complicamos. Se você fizer um levantamento e análise das últimas 25 discussões que teve no trabalho, em casa, na escola ou na rua, verá que a maioria poderia ter sido evitada. O conselho divino é: não discuta por motivos banais, não perca amizades valiosas por dizer palavras agressivas num momento de raiva. Controle sua mente, seu coração e sua boca e você será mais feliz. Você pode destruir a amizade de toda uma vida num instante. Recuperá-la será difícil.
O livro de Provérbios é uma espécie de código moral de conduta. Fora do contexto, poderia ser visto desse modo. Se analisar na perspectiva do todo, Provérbios é apenas a descrição da maneira como se conduzem as pessoas sábias.
Os princípios de vida apresentados por Salomão não são para serem vividos na base da obrigação. Nada na Bíblia é obrigatório. O tema central, junto à salvação, é a liberdade. Em Jesus você encontra o poder necessário para viver voluntariamente os princípios que Ele coloca no coração. Você é livre. A escolha é sua.
O modo sábio de viver que Provérbios apresenta é o resultado natural de algo que acontece dentro de você. Quando reconhece as suas limitações de criatura e vai em atitude humilde a Jesus e à Sua Palavra com o desejo de aprender, você ganha.
Faça de hoje um dia de decisões sábias e ações produtivas. Cuide de sua mente, de seu coração e cuide também de suas palavras. Valorize as amizades, não as desperdice por causa de discussões tolas. Se por algum motivo você sentir-se derrotado, levante a cabeça, segure o braço poderoso do Pai e continue em frente. Só é realmente derrotado quem pára de lutar.

Ah, e não se esqueça: “O irmão ofendido resiste mais que uma fortaleza; suas contendas são ferrolhos de um castelo.”

Alejandro Bullón
http://www.ministeriobullon.com

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23. agosto 2010

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“Embora a vida, muitas vezes, seja difícil, sei que Jesus Cristo está comigo e que ele ME AMA e que me dá sua ALEGRIA.”

“Embora a vida, muitas vezes, seja difícil, sei que Jesus Cristo está comigo e que ele ME AMA e que me dá sua ALEGRIA.”

Testemunho de alguém que descobriu o que é viver ao aceitar Jesus:

Fui criado em um lar cristão, porém não estabeleci firmemente minha fé. Aos 19 anos, entrei na faculdade e fiz um curso sobre religiões comparadas. O curso foi o suficiente para destruir o ancoradouro de minha infância. Embora tivesse certeza sobre a existência de um Deus, não estava convencido de que Jesus existira. Não se pode ir a Deus se não por meio de Jesus. Afastei-me da família, recorri ao álcool e tornei-me suicida. Era bem sucedido nos estudo e no trabalho, mas tinha o problema da arrogância. Pensava que havia chegado a uma conclusão sensata sobre a fé; no entando, lembro-me de sentir um tristeza inexorável.

Uma amiga convidou-me para um grupo de estudo bíblico de que participei esporadicamente durante dois anos. Minha amiga era uma mulher inteligente; e eu apreciava nossas discussões intelectuais sobre a fé. Ela contou-me sobre Jesus Cristo, e eu tentei dissuadi-la de suas crenças. Ela convidou-me para um seminário sobre hermenêutica no qual o palestrante disse que eu precisava nascer de novo para entender a Bíblia. Ele me disse para ir para casa e resolver minhas desavenças com Jesus. Foi o amor de Jesus que me conquistou. Convidei o Senhor a entrar no meu coralção e fui dormir.

De manhã, senti que Cristo estava em meu coração. Ele mudou tudo, deu certo. O Senhor alegrou completamente meu coração, e a mudança foi tão vísivel que, quando encontrei minha amiga, ela exclamou: “Você conseguiu!”. Minha vida deu uma volta de 180 graus. Eu era um grande incrédulo; agora, sou um seguidor fervoroso do Senhor. Embora a vida, muitas vezes, seja difícil, sei que Jesus Cristo está comigo e que ele me ama e que me dá sua alegria.

Autor: Desconhecido

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18. agosto 2010

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Você valoriza o que você tem? Ou vai esperar perder para se dar conta…

Você valoriza o que você tem? Ou vai esperar perder para se dar conta…

“Ao insensato não convém a vida regalada, quanto menos ao escravo dominar os príncipes!” Prov. 19:10.

 


O texto de hoje mostra as dificuldades do insensato para valorizar o que tem. Se tem abundância, não sabe aproveitar. Desperdiça, gasta mal e, em pouco tempo, descobre que não lhe resta nada. É como o escravo que de repente vira príncipe. Como governar se nunca se preparou para isso?
Outro dia, a Polícia Federal descobriu um jovem de apenas dezoito anos, estagiário de um setor de segurança social, que criara um sistema através do qual retirava centavos de cada aposentado, sem que ninguém soubesse. A soma total era fabulosa e ia parar no seu bolso.
Nunca teriam descoberto o jovem delinqüente se ele não começasse a andar, de um dia para outro, com roupas de grifes, carros importados, esbanjando dinheiro com os amigos e vivendo um ritmo de vida incompatível com os duzentos dólares de salário.
O verso de hoje descreve esse inteligente, porém insensato, personagem. O tolo não valoriza o que tem.
Como você administra o que recebe das mãos de Deus? Não apenas as coisas materiais, mas também sentimentos, admiração, amor e o respeito que conquistou?
Quantas vezes converso com esposos tristes por terem perdido a família. Prometem um mundo de compreensão e carinho se a esposa os aceitasse de volta. A maioria delas responde: “Ele teve anos para fazer isso e não soube aproveitar.”
Por que será que os seres humanos valorizam as pessoas depois que as perdem? Você não percebe a importância de cuidar do corpo até que o médico diz que sua situação é delicada. Não valoriza o momento em que seus filhos são crianças até que chega o dia em que eles crescem e não querem mais brincar com você.
Faça de hoje um dia de valorização das pequenas ou grandes bênçãos que recebeu de Deus. Valorize pessoas. Seja grato por tudo, e seja feliz.
Não se esqueça hoje de que “ao insensato não convém a vida regalada, quanto menos ao escravo, dominar os príncipes”.

 

 

Alejandro Bullón
http://www.ministeriobullon.com 

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16. agosto 2010

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Esta Dor passará!

Esta Dor passará!

Levanta-Te, Senhor, na Tua indignação, mostra a Tua grandeza contra a fúria dos meus adversários e desperta-Te em meu favor, segundo o juízo que designaste.” Sal. 7:6.


Existem momentos em que literalmente você não sabe para onde ir. Nada dá certo. Parece que tudo e todos estão contra você. Na realidade, vivemos num mundo inimigo. Esta não é uma visão pessimista da vida, e sim a descrição que a própria Bíblia faz deste planeta.

A terra que, antes da queda de Adão e Eva, era generosa e produtiva tornou-se árida. O próprio Criador disse: “Maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo.” Gên. 3:17 e 18.

Essa inimizade não ficou limitada à natureza. Afetou também o relacionamento humano. Caim levantou-se contra Abel e o assassinou. Qual foi a razão? Nenhuma. Inveja, talvez. Ciúme doentio, desejo gratuito de ver o irmão derrotado, não sei. Uma coisa sei, a partir de então os inimigos existem, à espreita da vítima. Você não consegue identificá-los porque estão perto de você. Na vizinhança, no trabalho, na escola e até dentro da própria família.

Evidentemente, Deus não suporta a injustiça, muito menos quando ela é praticada contra um filho Seu. Por que, então, dá a impressão de que o Senhor, às vezes, não Se importa com a sua dor? Por que passam dias, semanas, meses e até anos e Deus permanece, aparentemente, impassível? Por que permitiu que Jó descesse às profundezas do sofrimento, acusado pelo próprio Satanás? Por que deixou que um filho rebelde e ingrato, como Absalão, ou um ser diabólico e malvado, como Saul, perseguissem o Seu ungido Davi?

No texto de hoje, você pode ouvir o clamor do salmista: “Onde estás, Senhor? Levanta-Te na Tua indignação. Não podes permitir que meus inimigos riam de mim. Mostra a Tua grandeza, desperta-Te!”

Acaso Deus dormia? A Bíblia afirma que Deus não dorme nem adormece. Está sempre vigilante. Ele ama você, preocupa-Se com você e está pronto a correr em seu auxílio. Espere, espere um pouco. Lembre-se do fim da história de Jó e de Davi. Fins gloriosos de júbilo e de vitória.

Enquanto esse momento não chega, continue clamando: “Levanta-Te, Senhor, na Tua indignação, mostra a Tua grandeza contra a fúria dos meus adversários e desperta-Te em meu favor, segundo o juízo que designaste.”

Alejandro Bullón
http://www.ministeriobullon.com

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13. agosto 2010

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Pensar antes de agir.

Pensar antes de agir.

“Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado.” Prov. 19:2.


Em 1938, Orson Welles anunciou num programa de rádio que Nova Iorque estava sendo invadida por marcianos. As constantes advertências que ele dava acerca da invasão criaram pânico na cidade, causando acidentes e confusão geral. O resultado foi que Orson Welles ganhou dinheiro, fama e uns dias na prisão.


Recentemente, um editor da revista Squire, nos Estados Unidos, apostou com amigos quanto tempo seria necessário para que a farsa escrita por ele num artigo fosse descoberta. O artigo em questão anunciava que um grupo escolhido pela presidência da República se reuniria em segredo, numa base subterrânea, chamada Iron Mountain, para estudar a maneira de exterminar os grupos de extrema direita.

O interessante é que, ao invés de perceber o caráter ridículo da notícia, os tais grupos creram piamente no “complô” e usaram o artigo como a mais “contundente prova” de que tudo era verdade. Inclusive, quando o editor foi ao tribunal e provou que ele era o autor da inverossímil notícia, os “vigilantes” extremistas não aceitaram que tudo aquilo era apenas uma brincadeira de mau gosto.
“Não é bom proceder sem refletir”, é o conselho de Salomão. Em outras palavras, não acredite em tudo o que ouve. Pare, pense e reflita. Se você fizer hoje uma revisão de sua história, perceberá que muitas vezes sofreu sem motivo ou criou problemas e circunstâncias difíceis para muita gente, só porque não parou para refletir se aquilo que ouviu era verdade.
O que o professor disse a respeito do seu filho, o comentário de um vizinho com relação à conduta do seu esposo, a insinuação de um empregado acerca da honestidade do seu sócio são motivos suficientes para tomar “medidas imediatas”? “Não é bom”, declara o texto de hoje. Se não é bom, é ruim. E se é ruim, destrói tudo o que toca: amizade, família, sonhos e inclusive vidas.
Você pode construir este dia com reflexão e prudência. Não se precipite. Dê tempo ao tempo. Espere, pense e então decida. E lembre-se do conselho de Salomão: “Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado.”

Que você tenha uma ótima semana,

Alejandro Bullon
http://www.ministeriobullon.com

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11. agosto 2010

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Palavras… Nada mais do que palavras.

Palavras… Nada mais do que palavras.

Neste último fim-de-semana praticamente todos os noticiários apresentaram a manchete de uma atendente de loja nos Estados Unidos, que evitou um assalto após falar de Jesus para o ladrão.

O ladrão realmente desistiu de assaltar a moça, que disse ser evangélica. Segundo ele, o motivo do assalto era porque estava para ser despejado, e precisa de US$ 300 para pagar o aluguel.
Algumas horas depois o ladrão foi preso, após tentar assaltar outra loja.
 
Sermão resolve?
  
Eu ouvi pessoas dizendo: “Tá vendo? Ladrão é assim mesmo!” ou “Não aproveitou a oportunidade de salvação, e acabou sendo preso”.
 
Mas eu gosto de pensar “nos dois lados”. Tenho adquirido o hábito de tentar me colocar no lugar “do outro”, para entendê-lo.
 
Aquele rapaz não estava precisando de um sermão, mas sim de US$ 300. É claro que isso não justifica seu erro, mas será que a jovem não poderia ter feito “algo mais”? Ela não poderia ter “andado a segunda milha”? Quem sabe ter ligado para algum empresário membro de sua igreja, para emprestar o dinheiro ao rapaz… ou ter feito uma consulta às Dorcas ou ADRA de sua igreja local… Será que o papel dela era apenas o de pregar? Falar de Jesus? O ladrão saiu com a consciência pesada por quase ter feito algo de errado, mas será que ao virar a esquina não deu de cara com o proprietário da sua casa, perguntando: “e ai, já arranjou o dinheiro? Lembre-se que você só tem até hoje…”?
 
Recordo-me que Jesus não Se limitava a “pregar”… Ele também Se preocupava em satisfazer as necessidades dos Seus ouvintes. Lembra da primeira multiplicação dos pães? Os discípulos (nós) achavam que a pregação por si já estava de bom tamanho, mas qual foi a atitude de Jesus?
 
Ao cair da tarde, vieram os discípulos a Jesus e lhe disseram: O lugar é deserto, e vai adiantada a hora; despede, pois, as multidões para que, indo pelas aldeias, comprem para si o que comer. Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, de comer” (Mateus 14:15-16).
 
Viram como nós, os discípulos, somos muito insensíveis às necessidades dos nossos “irmãos”?! A gente tem uma forte tendência a achar que nossa parte é pregar, falar de Jesus. Quem não quiser aceitar, que se vire!
Mas cada vez que tiro tempo para refletir sobre a maneira de Jesus agir, eu fico mais convicto do quanto os Seus discípulos do passado e os de hoje O compreendem mal.
Na mente dos que ouviram as palavras de Jesus naquela multiplicação miraculosa, uma profunda impressão deve ter ficado. Anos depois, Tiago escreveu sua epístola e fez questão de “detalhar” aquilo que Jesus lhes havia ensinado:
Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?” (Tiago 2:15-16).
Fico imaginando como seria o nosso mundo se os bilhões que professamos o Cristianismo fizéssemos nossa parte!
Ainda haveriam crianças nos orfanatos?
Existiriam famintos nas nossas cidades?
Teríamos irmãos morando de aluguel, enquanto nós gastamos no luxo para ornamentar as nossas moradias?
Haveria falta de sangue nos hospitais (ou será que nossa “obrigação” se resume às fantásticas manifestações em eventos jovens durante a Semana do Calvário)?
Os políticos que se auto-intitulam de cristãos (e até de Adventistas!) seriam vistos nos noticiários policiais?
Seríamos tão frios e insensíveis diante de tanto sofrimento e miséria que devasta a vida de milhões de pessoas que cruzam nosso caminho todos os dias?
Deixa eu parar por aqui… senão vai ficar parecendo que o Cristianismo verdadeiro é uma utopia.
E eu ainda acredito que não é…. Ele é real!
 
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4. agosto 2010

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VAMOS FALAR DE AMOR?

VAMOS FALAR DE AMOR?

AME COMO SE O OUTRO FOSSE VOCÊ!

“Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor” (1Co 13:13, NVI).

O amor vem de Deus. É inextinguível. Isso traz paz, confiança e liberdade à nossa vida. Quando Deus o demonstra por nosso intermédio, Ele abençoa e enriquece infinitamente outras vidas. Cristãos amorosos e amáveis são inestimáveis.

O Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade, é nosso Mestre, Instrutor e Consolador. Como Seus filhos, Deus quer que vivamos uma vida honrosa, livre do pecado. Uma vida assim Lhe traz glória. Para nos ajudar a viver essa vida, Ele nos dá o Espírito Santo. O Espírito Santo tem qualidades que, quando absorvidas pelo coração humano, resultam em completa mudança de vida. Uma dessas qualidades é o amor piedoso. Onde há esse tipo de amor, há paz, tranquilidade e alegria. Se o amor não fosse parte dos frutos do Espírito, os outros frutos não existiriam, pois o amor piedoso engloba todos os outros frutos. Paulo pregou o evangelho durante seu ministério aos gálatas, e trabalhou duro para explicar-lhes os frutos do Espírito. A Galácia era uma província romana na Ásia, com habitantes não judeus. Eles estavam divididos sobre a questão de dever ou não seguir a Cristo. Muitos deles criam que observar a lei de Moisés fosse a chave para se tornar cristão. Contudo, Paulo refutou essa crença, e os convenceu de que apenas a fé, acompanhada de boas obras, pode fazer de alguém verdadeiro cristão.

FACES DO AMOR

Hoje em dia, as pessoas acham que amor significa diferentes coisas. Amamos certas comidas. Amamos certos esportes. Amamos certa cor ou certa roupa favorita. Contudo, a Bíblia detalha o amor de maneira completamente diferente.

Amor pelo Criador (Dt 6:5). Durante Seu ministério terrestre, Cristo teve muitos encontros com os fariseus, que sempre estavam procurando maneiras de apanhá-Lo em alguma armadilha. Certo dia, perguntaram-Lhe qual era o maior mandamento. Em vez de argumentar com eles, reportou-os à lei que fora dada a seus ancestrais quando Moisés escreveu o livro de Deuteronômio. Leia Deuteronômio 6:5. Essa era a voz de Cristo, através de Moisés, para os fariseus. O fato de haverem deixado de dar ouvidos à voz de Deus por meio de Seus mensageiros fez com que odiassem a Cristo. Amar nosso Criador precisa envolver a mente e o coração, para que não nos tornemos como os pobres fariseus, que se consideravam mestres da lei, mas deixaram de reconhecer a maior de todas as leis.

O que é preciso para amar a Deus com todo o coração e mente? “Proíbe-se ao homem conferir a qualquer outro objeto o primeiro lugar nas suas afeições ou serviço. O que quer que acariciemos que tenda a diminuir nosso amor para com Deus, ou se incompatibilize com o culto a Ele devido, disso fazemos um deus” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 305).

Nosso amor por Deus deve ser consistente com os princípios dados no Decálogo. Leia como 1 Coríntios 13:4-8 delineia esse amor. Os fariseus não levaram em conta nada disso. Mesmo hoje em dia, as pessoas estão mais preocupadas com suas interpretações pessoais de amor. Negligenciam o verdadeiro amor devido a seu Criador, que envolve a guarda de Seus mandamentos. Leia João 14:15.

Amor pelo próximo (Mt 22:39; Lc 10:25-37). Os Dez Mandamentos estão em perfeita harmonia uns com os outros. Tomados juntos, evidenciam a importância do relacionamento entre os seres humanos e Deus, bem como o relacionamento dos seres humanos entre si. Os mandamentos exigem que amemos a Deus e ao próximo.

Leia Levítico 19:18. Essas são as mesmas palavras que Jesus falou aos fariseus quando declarou o maior dos mandamentos – amor a Deus e amor ao próximo. A coexistência humana implica em interdependência. Não podemos ser bem-sucedidos uns sem os outros. Precisamos do amor de Deus e do apoio de amigos e familiares a fim de ter sucesso. Na história do bom samaritano (Lc 10:25-37) há uma importante pergunta: Quem é meu próximo? Cristo contou essa história para ilustrar que devemos ajudar as pessoas necessitadas, e que não importa que essas pessoas não pertençam a nossa família, escola, igreja ou cidade.

Amor aos inimigos (Mt 5:43-48; 7:12). A fim de alcançarmos a perfeição caracterizada por nosso Pai celestial, precisamos adotar o ponto de vista dEle. Ao pé da cruz, o chão é nivelado para todos. Ali, todos têm igual oportunidade. Leia Mateus 7:12. Essa lei admoesta cada um de nós a desenvolver o amor piedoso, que “não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade” (1Co 13:6, NVI).

Quando mostramos amor àqueles que nos odeiam, vamos além das fronteiras do amor egoísta para amar como Deus ama. “Na história do bom samaritano, Jesus ofereceu uma descrição de Si mesmo e de Sua missão. O homem fora enganado, ferido, despojado e arruinado por Satanás, sendo deixado a perecer; o Salvador, porém, teve compaixão de nosso estado de desamparo. Deixou Sua glória, para vir em nosso socorro. Achou-nos quase a morrer, e tomou-nos sob Seu cuidado. Curou-nos as feridas. Cobriu-nos com Sua veste de justiça. Proveu-nos um seguro abrigo, e tomou, a Sua própria custa, plenas providências em nosso favor. Morreu para nos resgatar. Mostrando Seu próprio exemplo, diz a Seus seguidores: ‘Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros.’ João 15:17. ‘Como Eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis’ (João 13:34”; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 503, 504).

Referência: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2010/frlicj212010.html

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